sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Revista Exame é lançada na Angola


A revista EXAME faz sua estreia na África. Acaba de ser lançada em Angola a maior e mais tradicional publicação brasileira de economia e negócios. Para tanto, a Abril estabeleceu um contrato de licenciamento de marca com a empresa angolana Grupo Media Nova, detentor de diversos veículos de comunicação atuantes em todas as mídias (impressa, TV, rádio).

A missão do impresso é levar a executivos informações e análises aprofundadas sobre temas como negócios, economia, mercado, estratégia, marketing, gestão, consumo, finanças e tecnologia.Por isso, terá a mesma identidade visual e linha editorial.

Parte do conteúdo da EXAME brasileira será replicado em seu primeiro filhote fora do país, no entanto, o foco são as reportagens locais, produzidas por redação própria e formada por jornalistas angolanos. Prova disso é a capa da primeira edição da EXAME Angola, que traz uma reportagem sobre o ministro do Petróleo daquele país e atual presidente da OPEP, José Botelho de Vasconcelos.

Kindle tem recorde de vendas em dezembro


ioneiro como leitor digital, o Kindle, da Amazon, bateu recorde de vendas em dezembro e vem ganhando cada vez mais adeptos mundo afora. A informação foi divulgada nesta quinta-feira.


A empresa dona da marca não anunciou números ou comparativos. Limitou-se a dizer que o Kindle foi o produto mais pedido durante as compras de fim de ano.

Segundo informações do Zumo Notícias, a Amazon está engajada numa forte disputa com os concorrentes da Sony e da e da Barnes & Noble para ver quem terá o eletrônico de leitura mais vendido. O Kindle é hoje o principal produto da loja de varejo online.

A declaração da Amazon sobre o sucesso do Kindle chega após notícia de quinta-feira de que a Sony firmou acordo com a News Corp para disponibilizar o The Wall Street Journal e outras publicações disponíveis em seu leitor eletrônico.

Redação Adnews, com informações da Reuters

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mosca


Durante a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, o maior evento literário do mundo, a editora Eichborn resolveu inovar para chamar atenção para o seu stand. Colocou pequenos anúncios em 200 moscas. As peças mediam um centímetro de diâmetro e eram feitas com cera natural.

O peso dos anúncios fazia com que os insetos voassem, em ziguezague, e tivessem de pousar com mais frequência. Muitas vezes, parando nos visitantes da feira.
Após um curto período de tempo a peça publicitária se soltava e, de acordo com a agência Jung Von Matt/Neckar, responsável pela ação, as moscas não foram prejudicadas.
Curioso em saber o porquê de uma ação com moscas? A escolha se deu pois esse inseto é o símbolo da editora alemã.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Revelação


Está sendo veiculado nesta terça-feira (20), em diversos jornais do país, anúncio da Rede Globo sobre uma revelação que acontecerá no capítulo desta terça da novela Caras & Bocas.
A peça adianta que o macaco Xico é o verdadeiro artista das telas expostas na galeria da personagem de Deborah Evelyn, Judith.
O anúncio, criado pela Central Globo de Comunicação (CGCOM), traz a assinatura “Agora que o bicho vai pegar”.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mata-inseto


Acho que todos que mataram algum inseto na vida teve a reação de pegar uma revista, enrolá-la e usar como arma, não?
Com essa idéia, a agência Maruri Grey, do Equador, criou um encarte que vinha enrolando uma revista com circulação de 30.000 assinantes, anunciando o lançamento do produto repelente de insetos Olimpia com o título: “Pare de matar insetos com sua revista favorita.”




quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Tempo da Sky é novidade no mercado


A Sky, operadora de alta definição, é responsável pelo lançamento de nova revista no mercado editorial brasileiro: “Tempo da Sky”.


A revista terá periodicidade bimestral e será produzida pela André Morales Editora (coordenação editorial) e Di Primio Comunicação Corporativa (área comercial).


A nova publicação não é um guia de programação e promete trazer matérias com "grande profundidade investigativa", além de artigos sobre atualidades, arte, meio ambiente, literatura e viagens.


A primeira edição chega como a sexta maior circulação do país: tiragem de 200 mil exemplares, sendo 190 mil distribuídos diretamente aos assinantes e 10 mil vendidos em bancas, ao preço de R$14,90.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

Veja a mais lembrada


A revista VEJA, terceira maior publicação semanal de informação do mundo, lidera o ranking das marcas mais lembradas entre os consumidores na categoria revista, e ocupa o terceiro lugar no total de marcas de todos os segmentos avaliados.


É o que revela a pesquisa ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes) /Top Brands 2009, realizada entre os dias 27 de julho e 11 de agosto de 2009 com homens e mulheres entre 20 e 65 anos das classes A, B e C das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador. O estudo realizado com 1640 consumidores avalia índices como confiança, satisfação, adesão e nível de recordação das marcas mais lembradas. Os consumidores foram classificados como defensor, satisfeito, vulnerável e opositor.


Na categoria revista, em âmbito nacional, a VEJA lidera com folga, ganhando a preferência de 44% dos consumidores, à frente da segunda colocada, que tem 10%. E em âmbito regional, a liderança cresce ainda mais. Nas praças São Paulo, Curitiba e BH, a liderança é de 46%, 44% e 51%, também estando à frente da segunda colocada que apresenta 10%, 8% e 10%, respectivamente.


Ainda na categoria revista, na avaliação nacional de prestígio e confiança, VEJA lidera entre os consumidores defensores, com 60% de adesão.No Top of Mind, entre todas as categorias pesquisadas, a revista VEJA é a terceira marca mais lembrada pelos consumidores e está entre as quinze marcas com mais prestígio e confiança.


A revista subiu duas colocações em relação a 2008, quando ficou em 5º lugar do Top of Mind. As categorias avaliadas foram: automóvel, aparelho de TV, operadora de telefonia móvel, operadora de telefonia fixa DDD, plano de saúde, banco, cartão de crédito, posto de combustível, supermercado, provedor de internet, jornal, revista, biscoitos, leite condensado, emissora de TV e companhia aérea.

sábado, 19 de setembro de 2009

Muito além do papel de um jornal

"Nós e você. Já são dois gritando". Esse é o conceito explorado pela nova campanha institucional de O Globo, que tem estreia prevista para o domingo 20. Criada pela F/Nazca, a ação dá continuidade ao movimento lançado no ano passado cuja assinatura é "O Globo. Muito além do papel de um jornal". Agora, os leitores são convocados a participar não apenas das pautas do jornal, mas também dos movimentos da sociedade. "Reafirmamos nosso compromisso com a cidade e a sociedade, convidando o público a se engajar na campanha e a participar efetivamente da produção de conteúdo", declarou Sandra Sanches, diretora da unidade O Globo.

A campanha é composta de filme, peças impressas e um hotsite, que é considerado a ferramenta central da ação. No comercial, surgem cenas de descaso comuns na rotina dos brasileiros. Mas todas podem ser transformadas por meio da participação do leitor. A locução em off aponta: "Com a sua carta, com o seu flagrante, com a sua foto, com o seu vídeo, com a sua cobrança, com a sua atitude podemos fazer uma cidade melhor, um país melhor, um mundo melhor".

O anúncio, provocativo, traz estereótipos e frases com imagens negativas a respeito da população. Entre elas estão "o brasileiro é acomodado, malandro" e "só quer saber de futebol e Carnaval". No final, vem a pergunta: "Discorda de tudo isso".

O hotsite apresenta 36 temas importantes para a sociedade, que serão debatidos via fórum. Dois desses assuntos serão votados semanalmente. Um deles se transformará em reportagem, sob o "Nós e Você. Já são dois gritando".

Adorei o posicionamento "O Globo. Muito além do papel de um jornal". E a ação super interessante!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

I love NY


wi-fi


A agência W3haus instalou em Porto Alegre um outdoor que oferece sinal wi-fi para conexão à internet.


Quem estiver num raio de até 50 metros consegue acessar a internet, de graça, por meio do sinal emitido pelo outdoor."Queríamos pegar uma mídia tradicional e fazer algo inovador e interativo. Esse era o briefing. Aí surgiu a ideia de criar um outdoor”, explica Alessandro Cauduro, sócio-diretor da W3haus.


O ponto onde está o outdoor é a Av. Independência. Ficará ali por duas semanas e depois muda de endereço.


Trata-se de uma ação institucional da agência.


Fonte: CCSP

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

TV na Revista


A última edição da revista Entertainment Weekly chegou às bancas nesta semana com uma novidade: a primeira propaganda em vídeo encartada em um meio impresso.


Uma pequena tela, do tamanho da de um celular, foi embutida dentro de um encaixe de papelão e transmite a propaganda da Pepsi e trailers de programas da rede de TV CBS.


A revista também traz pequenos alto-falantes que permitem ao leitor ouvir a propaganda. O serviço é capaz de armazenar até 40 minutos de vídeo.


"Esta é uma maneira extraordinária de renovar a forma como interagimos com os consumidores", disse o diretor de marketing da Pepsi, Frank Cooper.


Apesar da inovação, o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani criticou a campanha “o vídeo leva alguns segundos para ser carregado e começar a tocar, o que é uma vida para o mundo da propaganda”


A CBS e a Pepsi não informaram o custo da campanha, mas segundo a empresa Americhip, fabricante das telas, o custo unitário do encarte é próximo dos US$ 20.


Fonte: Terra

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Jornais = credibilidade



Reconhecido por sua credibilidade, o meio jornal demonstra fôlego para superar os desafios e retomar o crescimento dos anos anteriores, interrompido pela crise econômica. Além da tendência indicada em informações de mercado, essa também é a opinião dos publicitários, executivos de agências, veículos e especialistas consultados pela propmark.
Os desafios do mais antigo veículo de comunicação são grandes e também envolvem mudanças de posicionamento diante da revolução da informação, que está disponível de graça no meio digital. A boa notícia é que a credibilidade e as inovações que atualizam essa mídia contribuem para fortalecer os jornais brasileiros, que prevêem retomada de crescimento e a superação dos impactos da depressão econômica do último ano. Judith Brito, presidente da ANJ (Associação Nacional dos Jornais), afirma que os jornais já apresentam sinais de recuperação, com o reaquecimento da economia e o reforço dos maiores anunciantes do meio: o setor imobiliário, o varejo e a indústria automobilística. "Antes da crise, os jornais brasileiros vinham crescendo em circulação e na captação de investimentos publicitários. Com o reaquecimento da economia, essa tendência deve voltar", falou a executiva.
De janeiro a junho deste ano, o faturamento bruto com publicidade dos jornais no País foi de R$ 6,3 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões no mesmo período de 2008, mostra o Ibope Monitor. O jornal é a segunda maior mídia do País em receita de publicidade, com participação de 23% no bolo publicitário, bem à frente do terceiro colocado, a revista, que concentra 8% da verba publicitária.
Os jornais perdem somente para as TVs, que têm 54% da fatia dos investimentos, segundo o Ibope Monitor. A presidente da ANJ lembra que o crescimento da concorrência entre as mídias cresceu muito nos últimos anos, aumentando a divisão dos investimentos publicitários.

sábado, 12 de setembro de 2009

Brasil combando todo mundo


O jornal Destak desta quinta-feira (10) trouxe uma sobrecapa, com diagramação igual a da capa da publicação, criada pela Talent para NET.

A "manchete" principal da sobrecapa, referente ao jogo entre Brasil e Chile, trazia o texto: “Depois de combar a Argentina, Brasil faz bonito e comba o Chile”.

A ação faz parte da mais recente campanha da NET, “O Brasil tá combando geral”, que divulga o NET Combo.

Adoro anúncios de oportunidade, ainda mais em formatos diferenciados.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Google propõe sistema de micropagamentos para jornais


Grandes veículos da mídia impressa têm lutado para concorrer com o conteúdo gratuito da internet e, alguns casos, sofrem com o medo de obter prejuízo. Mas isso deve mudar. Pelo menos se um plano proposto pelo Google achar de fato a solução para tornar os sites de jornais rentáveis.


A Associação de Jornais dos Estados Unidos (NAA) solicitou recentemente à companhia e a outros grupos como Microsoft, IBM e Oracle uma saída para permitir a cobrança pelos acessos a notícias na internet.O Google foi a primeira empresa a propor uma solução viável chamada de micropagamentos em que são cobrados valores inferiores a US$ 0,50.


Seu projeto deve derivar do já existente GoogleCheckout. A principal dificuldade era encontrar um sistema de transações financeiras online que permitisse a transferência de quantias tão pequenas sem despesas muitos altas.


No documento de resposta à Associação Americana de Jornais, o Google afirmou que os conteúdos mais importantes podem se tornar uma fonte de renda sustentável e que "aberto a todos" não precisa significar necessariamente "gratuito”.A plataforma para pagamentos online do Google ainda está em fase de desenvolvimento, mas seu lançamento está previsto para 2010. Informações Terra


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Piauí 36




Adoro as ações da Revista Piauí!




Segue peça da edição que chega às bancas essa semana. A campanha conta com vt,dois anúncios para mídia impressa e spot para rádios FM do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.




Jornai revistas são as principais leituras no Brasil


O perfil do consumidor brasileiro que consume produtos de leituras no país foi traçado pela pesquisa "O Livro no Orçamento Familiar", encomendada por oito entidades ligadas ao mercado editorial. A base do levantamento é a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Com o estudo foi comparada a soma dos gastos das famílias com leitura com outras despesas consideradas não essenciais. Para a aquisição de aparelhos, manutenção, compra ou aluguel de conteúdo de DVD, informática, jogos eletrônicos, som, TV e vídeo (Grupo 1) o valor relativo foi de R$ 19,303 bilhões.


No grupo 2, que abrange a compra e manutenção de aparelhos, assinatura e cartões, os gastos com telefonia celular ficaram na segunda posição com R$ 8,816 bilhões, as despesas com lazer fora de casa (Grupo 3) ficaram em R$ 6,154 bilhões, o valor destinado a produtos de leitura ficou em R$ 5,471 bilhões, considerando o total de gastos com apostilas, bibliotecas, dicionários, fotocópias, jornais, livros didáticos e não-didáticos e revistas.


Cada família gasta anualmente cerca de R$ 42 com revistas, R$ 17 com jornais e R$ 11 com livros não-didáticos. O principal item de leitura para as famílias é a opção que inclui revistas e jornais que representam 37,1% e 15,2% do total de despesas, respectivamente. Mais da metade (52,3%) do valor destinado a leitura. O total gasto com livros didáticos representa 19,6% do total.


Os livros concorrem com as fotócopias, já que seu gasto total é praticamente igual as publicações não-didáticas. Cerca de 10,1% da despesas com material de leitura são de livros não-didáticos. As fotcópias respondem por 9,7%.


A maneira como as famílias consomem os materiais de leitura em seu orçamento foi alterada, desde a 4ª POF, em 2203-2003, já que várias residências contam com acesso à internet e telefone celular. Atualmente, o IBGE realiza a coleta de informações para a 5ª POF (julho 2008-junho 2009), mas ainda não há data de divulgação.


Fnte: Adnews

Cross mídia


TV no Jornal...


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O jornal que não quer ser gratuito

O jornal que não quer ser gratuito 'FT' tem sucesso na cobrança por acesso ao site, modelo que já atrai outros diários
New York Times Há não muito tempo atrás, quando outros executivos de mídia se convenceram de que a única maneira de ser bem-sucedido na internet era dar livre acesso a seu conteúdo, o jornal britânico "Financial Times" adotou uma postura considerada excêntrica. O "FT" começou a cobrar pelo acesso a seu site em 2002.— Éramos vistos como ligeiramente estranhos — explica John Ridding, diretor-executivo do jornal.Agora, com poucos sinais de que a publicidade está se recuperando de uma forte queda e com outras editoras imitando o FT.com ao estudar o acesso pago, Ridding se sente vingado:— Por um tempo, estávamos bastante sozinhos na terra do pago. Mas tornou-se claro que só a publicidade não vai sustentar modelos de negócios on-line. O jornalismo de qualidade tem de ser cobrado.O "Financial Times" vai incluir, em seu sistema de cobrança pelo acesso on-line, um esquema de micropagamentos para reportagens individuais, como alternativa a uma assinatura. O objetivo é reter o leitor ocasional, que chegou ao site por uma ferramenta de busca. Isso também manterá o site acessível a uma grande audiência, dando mais retomo aos anunciantes.
Outras editoras estão considerando sábias as escolhas do "FT". Rupert Murdoch, diretor-executivo da News Corp. (controladora de "Wall Street Journal", "The Times" e os canais Fox, entre outros), disse este mês que pretende passar a cobrar o acesso a todos os seus sites de notícias. Isso faria com que os principais jornais de Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália se unissem ao "Journal", que já cobra pelo acesso a quase todo o seu site.Executivos do próprio "New York Times" já disseram estar analisando maneiras de cobrar pelo acesso on-line, sem dar detalhes. É uma grande mudança em relação a 2007, quando o site do "Times" desistiu de cobrar por parte de seu conteúdo, ao concluir que, com isso, restringia o potencial para publicidade on-line, apesar de ter atraído 227 mil pagantes. Na ocasião, Murdoch afirmava em público que, assim que fechasse a compra do "Journal", tornaria seu site gratuito.
Com fabricantes de artigos de luxo, bancos e outros anunciantes cortando gastos em meio à recessão, a receita com publicidade caiu drasticamente no "FT" e em outros jornais. A Pearson, editora do "FT", não apresentou dados separados para o jornal, mas, segundo analistas, sua receita de publicidade deve ter caído 20% em relação ao ano passado.Mês passado, a Pearson informou que o lucro operacional da FT Publishing, que incluiu o jornal, caíra 40% no primeiro semestre, e as vendas, 13%. A circulação também caiu. Em junho, as vendas do jornal recuaram 7% em relação ao mesmo mês de 2008, para 412 mil unidades, segundo o Escritório Verificador de Circulação da Grã-Bretanha.A audiência paga do FT.com não cresceu muito desde 2007: passou de 101 mil para 117 mil em todo o mundo, bem abaixo do um milhão registrado pelo site do "Journal". Mas o FT.com é lucrativo. A assinatura do site, com acesso a todo seu conteúdo — internautas registrados podem ler, de graça, no máximo dez reportagens por mês —, custa US$ 300 por ano nos EUA. Acrescentar a versão impressa custa mais US$ 100.
Com os reajustes da tarifa, a receita das assinaturas do site cresceu 30% em relação ao ano passado, disse Ridding. O preço da edição impressa também subiu.Para ampliar a receita digital, no ano passado o jornal restringiu o acesso a seus arquivos, tornando necessária a aquisição de uma licença especial. Mais de 600 clientes corporativos, de um total de 50 mil usuários, fizeram a assinatura. O jornal também criou recentemente uma newsletter para investidores na China, chamada China Confidential, que custa US$ 4.138 por ano.
O crescimento dos serviços on-line pagos do "FT" mostra que o jornal estava certo ao manter limites para a gratuidade quando outras empresas de mídia se rendiam ao mantra do Vale do Silício de que "a informação quer ser livre", afirma Tim Luckhurst, professor de jornalismo na Universidade de Kent, na Inglaterra, e ex-editor do "Scotsman".— Isso mostrou que, em pelo menos um nicho, o esforço jornalístico cria valor — afirma Luckhurst.Para outras editoras que pensam em cobrar pelo conteúdo on-line, a questão é se o leitor pagará pelas notícias em geral, como faz hoje com as financeiras. Alguns analistas duvidam, mas Ridding não:— Há muito fatalismo: as pessoas afirmam que não é possível cobrar pelo noticiário geral. Acho que é possível, sim, e necessário, que as editoras cobrem — afirma, comemorando o sucesso do FT.com.—Tudo vem da crença no valor de nosso jornalismo.
Fonte: O Globo – 18/08/09

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Futuro do Mercado Leitor

O Yahoo, a Amazon e a Microsoft vão se juntar para criar a Open Book Alliance. Apoiado pelo Internet Archive, o projeto tem o objetivo de criar a maior biblioteca virtual.

A aliança foi feita para bater de frente com o Google que pagou no ano passado cerca de US$ 125 milhões para ter um catálogo de livros, no qual autores e editores poderiam inscrever os trabalhos e receber uma compensação de venda – 70% e 30%.

Além disso, a empresa também tem o direito de digitalizar obras de autores desconhecidos. As três empresas têm até o início de setembro para entregar detalhes da aliança coletiva. Informou o site UOL.

Playboy de 35 anos


Em 2010, a Playboy brasileira completa 35 anos. As comemorações, no entanto, já começam no dia 27 de outubro deste ano, com o lançamento do primeiro dos livros de luxo a serem produzidos para marcar a data: uma edição de capa dura e 300 páginas com as entrevistas mais antológicas produzidas pela Playboy brasileira, com alguns dos mais importantes personagens da história recente do país, como Lula, Fernando Henrique Cardoso, Maitê Proença, Xuxa, Ayrton Senna, Pelé, Tom Jobim, Henfil, Nelson Rodrigues, Chico Buarque e muito mais.

A marca Swift, da Friboi, acaba de obter a primeira das três cotas de patrocínio que engloba essa trinca de publicações comemorativas. Com isso, terá direito a logotipo na página três (folha de rosto) e na orelha, 200 exemplares de cada livro para ações de relacionamento, além de anúncio de duas páginas na Playboy.
Em 30 de novembro, a Abril lança o mais sofisticado dos livros de ensaios sensuais já publicados no país pela marca Playboy, reunindo os grandes símbolos sexuais (Adriane Galisteu, Bruna Lombardi, Juliana Paes, Sabrina Sato, Grazi Massafera, Andressa Soares e Luiza Brunet), o charme das atrizes (Barbara Paz, Sônia Braga, Alessandra Negrini, Cristiane Torloni, Carla Camuratti e Marisa Orth), as campeãs de venda (Feiticeira, Scheilas do Tchan, Tiazinha), a sedução das lolitas (Mel Lisboa, Luciana Vendramini) e o esplendor das mulheres maduras (Claudia Ohana, Betty Faria, Helô Pinheiro e Vera Fischer).
Todas as fotos, históricas, receberão tratamento digital para recuperação de cores e definição. Elas também serão impressas em papel de primeiríssima qualidade, o que trará uma nitidez jamais vista.
Finalmente, em 23 de dezembro, será lançado o primeiro livro oficial de cartoons da PLAYBOY, com todas as ilustrações de contos, reportagens, entrevistas e tirinhas dos grandes cartunistas brasileiros e de outros países, publicados pela revista no Brasil. De Aninha, Bonita e Gostosa, criada em 1954, quando Hugh Hefner publicou a primeira edição da PLAYBOY, que se tornaria um sucesso editorial nos Estados Unidos, a Allan Sieber, cartunista que atualmente diverte os leitores da revista.

News. Corp.


O jornal britânico gratuito "thelondonpaper", da News International será fechado. A diretoria da News Corp. decidiu acabar com o projeto depois dele apresentar perdas de 12,9 milhões de libras esterlinas no último ano. A estratégia seria melhorar as operações e contar somente com os títulos que possuem lucros.


De acordo com o Financial Times, a publicação sofreu com a crise econômica mundial. Sua tiragem de 500 mil exemplares caiu e sua única fonte de renda, as receitas publicitárias também foi abalada.A nova aposta da News Corp é distribuir e lucrar com os conteúdos publicados. Dessa forma, o jornal gratuito será fechado e o conglomerado pode começar a cobrar por seu conteúdo online, segundo Rupert Murdoch, presidente do conselho de administração da companhia.


Concorrendo do "Metro" e do "London Lite", o "thelondonpaper" não conseguiu atingir o público como as outras publicações e alcançar seus grandes números de tiragem, comparáveis aos jornais pagos.Redação Adnews

Cupons de desconto


É impressionante a quantidade de cupons que vem encartado nos jornais aos domingos. Os jornais hoje, são responsáveis por 51% do bolo. Mas as mensagens de textos e e-mails estão ganhando força e popularidade. Segundo a pesquisa da Scarborough, 8,6 milhões das famílias americanas, estão adquirindo cupons via celular e/ou e-mails. Em ordem de grandeza, os jornais continuam sendo a principal fonte de obtenção desses cupons, seguido pelo PDV , correio, cartão fidelidade, revistas e sites.
O aumento dos celulares e os dispositivos de comunicação pessoal, são um dos fatores que vem contribuindo para aumento da utilização dos textos e mensagens, pois possibilitam a comunicação na hora da compra. Inclusive se levarmos em consideração que nesses casos, o consumidor escolhe receber a informação, a oferta fica muito mais relevante.


Fonte: MMarketing

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Niver playboy

A edição de aniversário da Playboy traz como capa a ex-BBB Priscila.
A ação traz imagens sensuais de Priscila com títulos como “Engraçado: no nosso aniversário ninguém se preocupa com que roupa vai”.
A campanha conta com peças de mídia impressa, spot de rádio e comerciais para TV e internet Há ainda uma ação em bancas selecionadas do eixo Rio-São Paulo, que contará com um “Big Phone” que, a exemplo do que acontece na casa do reality show, emite uma mensagem de efeito: “Você acaba de ser premiado. Priscila, do BB9, está na Playboy de agosto em fotos imperdíveis. Compre imediatamente”.

Justus

Uma pesquisa feita pela TNS/Cia de Talentos com 26.281 universitários brasileiros e recém-formados trouxe o publicitário e apresentador do SBT Roberto Justus como o segundo mais votado.
Justus ficou atrás somente de Barack Obama. Depois de Justus, os mais votados foram Lula, Jesus Cristo e Steve Jobs.

sábado, 1 de agosto de 2009

Agregados Globais

Nos bastidores da Mídia Imprensa a gente sempre usa a palavra AGREGADO como um produto qualquer que acompanha a revista ou jornal. É mais um diferencial para o cliente e uma receita extra para a empresa.

A Abril Coleções acaba de lançar a Coleção Cozinha Regional Brasileira. Numa proporção bem diferente da realidade de muitos outros veículos, com nada mais nada menos que Cláudia Raia e Edson Celulari protagonizando o comercial, que terá veiculação nacional.

O filme estréia neste hoje em São Paulo, e entrará em cadeia nacional no dia 7 de agosto. O casal gravou também spot para rádio, que terá veiculação em todo o país. A campanha conta ainda com peças para mídia impressa e ponto de venda.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

PIAUÍ


Campanha de divulgação da próxima edição da Revista Piauí.


Além do comercial, veiculado no cinema e internet, a campanha conta com anúncio para mídia impressa e spot.


Sinto saudades da divulgação do produto mídia não só promocional ou puramente institucional, mas exaltando principalmente o CONTEÚDO, que deveria ser o principal produto da mídia.

VIAJANTES e CONQUISTA DO OESTE


Com o objetivo de incentivar as pessoas à viajarem e conhecerem novos destinos, a TAM nas Nuvens - plataforma de mídia e entretenimento da companhia aérea TAM - em parceria com a TAM Viagens, lançaram a Viajante, uma revista semestral que traz um balanço dos roteiros oferecidos pela companhia.


Na revista, o leitor poderá encontrar dicas de roteiros, de compras, guias de pontos turísticos e as principais informações de que precisam para embarcar rumo à novas descobertas.
A produção completa da nova publicação foi assinada pela produtora de conteúdo customizado New Content.


Particularmente acredito que será um sucesso. As vezes que tive oportunidade de ler a própria TAM NAS NUVENS achei de extrema qualidade, conseguindo alinhar uma variedades de temas sem perder o conteúdo, associando um design que dá gosto de ver.


Descobri agora que as revistas também são disponibilizadas no site, veja: http://www.tamnasnuvens.com.br/revista com todo o conteúdo livre. Ao folhear a última edição tive uma surpresa extremamente agradável que me deixa muito feliz, uma matéria exclusivamente sobre o destaque de Goiânia através do Rock Independente.



Coisa que a gente, DAQUI, deveria valorizar antes de qualquer um...

Como sempre a matéria valoriza bastante o trabalho da MONSTROS com o todo o mérito que, de fato, eles tem...sempre admirei o trabalho deles...

Aliás esses dias para trás o Fabrício, da Monstro, estava no Lobão MTV falando sobre VINIL, bacana o programa. Fico sempre orgulhosa de ver qualquer GOIANO se destacando no cenário nacional por uma causa nobre.